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Aguardada pelo mercado, a plataforma de comércio eletrônico do Carrefour Brasil foi lançada nesta segunda-feira (1º de março de 2010). A loja virtual recebeu investimentos de R$ 50 milhões, entre TI, marketing e logística, e faz parte de uma estratégia maior do grupo - até 2011, R$ 2,5 bilhões serão direcionados para o plano de expansão no País. O crescimento orgânico contempla ainda abertura de 70 lojas físicas neste ano, com fortalecimento das regiões Norte e Nordeste. "Brasil e China São países-chave para o grupo", ressaltou o diretor-superintendente do Carrefour Brasil, Jean-Marc Pueyo, durante coletiva de imprensa.
A meta da companhia é ocupar a quinta posição no ranking dos maiores operadores de comércio eletrônico do Brasil até 2011. A loja virtual brasileira foi a primeira do grupo em mercados emergentes e a plataforma tecnológica deve servir de exemplo para iniciativas em outros países da América Latina. Contudo, o lado de desafio de negócio é maior. Como se diferenciar e ganhar market share em um segmento já explorado? Neste ponto, a aposta está centralizada em duas verticais: oferta de serviços (como manutenção, instalação e suporte) e exploração do conteúdo (informações em texto e/ou vídeo com objetivo de esclarecer dúvidas, explicar diferenças de produtos etc). "Queremos preencher esta lacuna não ocupada pelo mercado", enfatizou o diretor de E-commerce, Jonas Ferreira. Um dos tópicos mais salientados durante a apresentação à imprensa foi a integração dos formatos e serviços do grupo Carrefour. "Pela primeira vez, o Carrefour fala em grupo", destacou Rodrigo Lacerda, diretor-executivo de marketing e responsável pelo projeto, referindo-se ao filme de comercial de televisão que trata de unir as marcas Atacadão, Dia e Carrefour. "O e-commerce é mais uma solução deste portfólio. É mais um ponto de contato com o público, fonte de conhecimento sobre consumidor e um novo canal de vendas com foco em soluções para casa", afirmou. Na internet, o Carrefour comercializará, inicialmente, nove categorias de produtos: eletrônicos, informática, eletrodomésticos, telefonia, eletroportáteis, beleza e saúde, cine e foto, utilidades domésticas e cama, mesa e banho, com um total de cerca de 15 mil itens. Até o fim deste ano, a expectativa é que estejam disponíveis mais de 80 mil itens para o consumidor |
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